Um empresário italiano, Michael Valentino Teofrasto Carturan, foi sequestrado em Manhattan por três indivíduos, incluindo John Woeltz, um investidor em criptomoedas. O crime ocorreu em uma mansão de luxo, onde Carturan foi mantido refém por quase três semanas, sendo torturado para revelar a senha de sua carteira de Bitcoin, avaliada em milhões de dólares.
William Duplessie, um dos suspeitos, entregou-se à polícia após negociações, enquanto Beatrice Folchi foi liberada sem acusações. Carturan conseguiu escapar no dia 23 de maio, quando pediu ajuda a um agente de trânsito nas proximidades da casa onde estava preso. Durante o cativeiro, ele relatou ter sido agredido com um revólver, submetido a choques elétricos e ameaçado de morte.
As investigações revelaram que Carturan e Woeltz tinham vínculos com um fundo de criptomoedas em Nova York. Após uma disputa financeira, Carturan retornou aos Estados Unidos, onde foi capturado. A polícia encontrou evidências do sequestro, incluindo fotos da vítima amarrada e torturada, além de armas e drogas na residência.
Os dois suspeitos, Duplessie e Woeltz, enfrentam acusações de sequestro, cárcere privado e agressão. O caso destaca uma crescente preocupação com sequestros de executivos do setor de criptomoedas, que têm se tornado comuns em várias partes do mundo. A situação de Carturan é um exemplo alarmante das táticas brutais empregadas por criminosos em busca de informações financeiras.
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