O NHS enfrenta falhas recorrentes no encaminhamento de pacientes para avaliações e tratamentos. Uma nova pesquisa da Healthwatch England aponta que 14% dos encaminhamentos ficam presos entre o GP e o hospital, deixando pacientes sem diagnóstico ou atendimento.
Entre os afetados, 75% sofrem dano à saúde por não serem incluídos na lista de espera. Além disso, 70% descobrem que não passaram para a fila apenas após buscar informações, sem comunicação adequada.
A pesquisa foi realizada com 2.622 adultos na Inglaterra que tiveram encaminhamento médico no último ano via GP. O levantamento questiona a correção da contagem de quem realmente precisa de cuidado e o funcionamento do sistema de filas do NHS.
O que mudou e números-chave
Asondade de dados aponta que 6,24 milhões de pessoas aguardam 7,39 milhões de testes ou tratamentos. A satisfação pública caiu para 21% em avaliação geral do NHS, segundo a pesquisa de opinião pública. Cerca de 53% procuram ajuda médica durante a espera.
Para reduzir problemas, o Department of Health and Social Care cita ações em curso. Entre elas, Jess’s Rule, que exige segunda opinião após três consultas sem diagnóstico. Também houve aumento de 1,1 bilhão de libras para a prática geral.
Pacientes recorrem a serviços diferentes ou buscam apoio privado. A própria Healthwatch ressalta que a comunicação ainda é falha, elevando a pressão sobre o sistema público. A Celina público, entretanto, observa avanços.
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