O Louvre, o museu mais visitado do mundo, está fechado nesta segunda-feira 15 por convocação de greve. Quase 400 funcionários votaram pela continuidade da paralisação, em protesto contra condições de trabalho e recursos. A abertura permanece incerta.
Na entrada, próximo à pirâmide de vidro, surgiu um cartaz informando que a abertura do museu está adiada e que as condições de funcionamento serão divulgadas assim que possível. A direção avalia a adesão para planejar a retomada.
A greve foi anunciada pelos sindicatos CGT e CFDT. Eles apontam deterioração das condições de trabalho e insuficiência de recursos como motivos do protesto, que pode se estender pelos próximos dias.
O Louvre enfrenta tensões desde um conjunto de incidentes recentes. Em outubro houve roubo de joias da Coroa, com quatro homens invadindo o museu. Em novembro houve fechamento de galeria por deterioração estrutural e um vazamento de água.
Essa sequência de fatos já impacta a rotina do museu, que recebeu quase 9 milhões de visitantes em 2024. A direção do Louvre está contabilizando quem não aderiu à greve para definir chances de reabertura hoje.
Contexto prévio
Antes da greve atual, o Louvre já lidava com impactos de trabalhos interrompidos e de recursos limitados, além de incidentes que afetaram obras e estruturas do museu.
Desdobramentos
A equipe gestora tenta conciliar as negociações com a previsão de retorno gradual de visitantes. A undecisão sobre a reabertura depende das adesões restantes e da avaliação de riscos operacionais.
Entre na conversa da comunidade