The di Rosa Center for Contemporary Art, museu e parque de esculturas no Napa Valley, colocou seu terreno à venda por 10,9 milhões de dólares. A propriedade tem 217 acres e inclui galpões, uma residência histórica e vinhedos, mas as obras de arte não estão à venda.
A direção afirma que o objetivo é manter a coleção unida e continuar a realizar exposições e empréstimos da coleção permanente. Uma possível saída seria a venda a alguém com interesse em alugar o espaço de volta ao centro.
Nos últimos meses, o centro reduziu programação, cortou funcionários e passou a priorizar aluguel para eventos, como casamentos. O espaço mantém o campus em Napa e a galeria sem cobrança de ingresso no San Francisco Minnesota Street Project.
A diretora executiva, Kate Eilertsen, mencionou na divulgação aos apoiadores estratégias de parcerias com o Napa County Open Space District e o Napa County Land Trust para ampliar o acesso público, além de buscar um comprador com alinhamento missionário.
A viabilidade financeira do di Rosa permanece desafiadora, com esforços para desenvolver um modelo de negócio sustentável que sustente tanto a sede em Napa quanto a filial em San Francisco. Também há busca por parcerias filantrópicas para manter a missão.
O acervo do di Rosa, adquirido pelo fundador Rene di Rosa em 1960, já enfrentou tensões no passado, incluindo uma tentativa de venda de grande parte da coleção em 2019, que foi abortada após forte reação da comunidade artística local. A instituição tem reiterado o compromisso com o acesso público.
Além do site próprio, o di Rosa mantém a programação de exibições com obras de artistas como Mark di Suvero, Robert Arneson, Viola Frey e William T. Wiley, entre outros, e segue aberto durante o processo de venda.
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