Disneyland, parque da Disney na Califórnia, passou a usar reconhecimento facial em algumas filas de entrada. A tecnologia visa evitar fraudes e agilizar a reentrada de visitantes.
Em certas vias de acesso, câmeras capturam imagens que são convertidas em valores biométricos únicos. O sistema pode verificar se o visitante já ingressou no parque, com foco em coibir compartilhamento de ingressos anuais.
Segundo a empresa, os visitantes podem optar por não usar as vias com reconhecimento facial. A implementação ocorre num momento de debate sobre privacidade e vigilância.
Contexto de privacidade
Especialistas destacam que a adoção abre precedentes para uso de dados biométricos. A Disney afirma ter adotado medidas técnicas, administrativas e físicas para proteger informações dos usuários, sem detalhar prazos.
A discussão pública envolve impactos sobre consentimento, armazenamento de dados e eventual falha de segurança. Organizações de direitos civis costumam acompanhar mudanças nesse tipo de tecnologia.
Histórico de testes e uso
A Disney já testou o recurso anteriormente em outros parques, incluindo Orlando e a própria Disneyland, em diferentes momentos. A medida atual amplia a experiência de entrada com a tecnologia, porém mantém a opção pelo método tradicional.
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