O governo de Geraldo Alckmin, à época em trabalho no PSDB, declarou em 2002 que o PCC era uma organização derrotada. A afirmação veio quatro anos antes da sequência de ataques que impactou São Paulo em 2006.
Em maio de 2006, mais de 300 atentados começaram após a transferência de 765 presos, incluindo a cúpula do PCC, para um presídio de segurança máxima. A ação desencadeou uma onda de violência que atingiu delegacias, viaturas, unidades do Corpo de Bombeiros e repartições públicas.
A dimensão dos ataques ficou evidente nos eventos seguintes: rebeliões em presídios chegaram a mais de 80 registros, e a cidade vivenciou noites de grande tensão com boatos, fechamentos de lojas e deslocamentos de pessoas. A cobertura jornalística seguiu em ritmo acelerado.
A resposta e as consequências
Ao longo dos dias, relatos apontaram pânico e ações coordenadas por pessoas ligadas à facção, além de impactos no trânsito e na vida cotidiana. Com o tempo, as autoridades passaram a investigar a organização, enquanto a cidade buscava normalizar a rotina.
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