Nada mais desagradável que encontrar um rato em casa. Um morador de São Paulo viveu essa experiência recentemente, ao ver o roedor entrar pela janelinha de uma construção danificada. Ele relata ter acompanhado o roído por dias no quintal antes de invadir o interior da residência.
O relato descreve o animal alojado no fundo do jardim e, depois, furtivamente, abrindo passagem pela janela quebrada. O morador adotou medidas para capturá-lo, incluindo a compra de armadilhas, veneno anticoagulante e adesivo. A história faz parte de um quadro maior de infestação na cidade.
A cidade de São Paulo enfrenta aumento de roedores. Estimativas apontam entre 120 milhões e 180 milhões de exemplares na malha urbana, com variações conforme a umidade. O objetivo da prefeitura é reduzir problemas de saúde pública relacionados a roedores.
Portal 156, mantido pela Smit, registra geograficamente locais com infestação. Em 2024 foram 6.183 solicitações, média de 16 por dia. Em 2025, foram 5.523, equivalente a 15 diárias. Em 2026, já chegam a 2.629, ou 20 por dia.
Entre as doenças associadas aos roedores estão leptospirose, salmonelose, peste bubônica, tifo murino e coriomeningite linfocítica. Casos notórios de hantavirose envolvendo roedores silvestres ganharam destaque global recentemente.
Existem três espécies urbanas comuns: ratazanas de esgoto, ratazanas de telhado e camundongos. O relato descreve a espécie encontrada no imóvel como ratazana de esgoto. O morador descreve ainda que apenas parte das armadilhas funcionou.
Ao final, o morador afirma que, após monitorar o ambiente por dias, eliminou o roedor com uma sequência de ações de controle. Ele também comenta a intenção de adotar um gato para reforçar a vigilância no lar.
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