Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Gestão de recursos hídricos se torna prioridade

Livro destaca gestão de recursos hídricos e educação básica ante a falência hídrica global, que afeta quase quatro bilhões com escassez por pelo menos um mês ao ano

A lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997, conhecida como Lei das Águas, instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH) – Foto: Pexels
0:00
Carregando...
0:00

A obra Água e sustentabilidade: casos investigativos na educação básica reúne professores da USP e de instituições nacionais para debater a gestão de recursos hídricos. O livro foi organizado por Tadeu Fabricio Malheiros (FSP-USP) e colaborado por Ariane Baffa Lourenço, Salete Linhares Queiroz, e Gilson Lima da Silva (UFPE). Publicação é pela Editora Eletrônica da FSP e está disponível gratuitamente no Portal de Livros Abertos da USP.

A publicação apresenta oito capítulos com textos de educadores de escolas, universidades, prefeituras e organizações públicas e privadas. O objetivo é provocar debates em sala de aula com situações-problema, contextualizando causas e habilidades a serem desenvolvidas pelos estudantes.

O material enfatiza a importância da água como bem público e finito, destacando a necessidade de gestão integrada, sustentável e participativa. A obra aponta para o papel da educação na formação de cidadãos capazes de propor soluções para problemas hídricos.

Gerenciamento das águas

A Lei das Águas, de 1997, instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos e criou o SINGREH no Brasil. A norma define a água como recurso público essencial, com metas de qualidade, uso racional e prevenção de eventos hidrológicos críticos. A ANA atua como reguladora e gerenciadora de bacias.

Embora a legislação seja considerada avançada, a prática depende de implantação efetiva. A obra reúne vozes diversas para fomentar a discussão e compartilhar realidades, ampliando as possibilidades de soluções para situações hídricas.

Falência hídrica

Dados da ONU, divulgados no início de 2026, apontam avanço da crise para a chamada falência hídrica. O uso excessivo, a poluição e as mudanças climáticas elevam a escassez em várias regiões. Quase quatro bilhões enfrentam escassez por ao menos um mês ao ano.

Ao mesmo tempo, 2,1 a 2,2 bilhões de pessoas não têm acesso a água potável segura. A situação agrava riscos de insegurança alimentar e aumenta a demanda por gestão eficiente dos recursos. Mulheres e meninas dedicam grandes parcelas do tempo à coleta de água.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais