Brasil encara Marrocos no sábado, em New Jersey, na estreia da Copa. O técnico italiano aposta na base que caiu diante da Croácia, mantendo, em boa parte, o time de 2022. Neymar segue fora por melhor recuperação.
Oito titulares do ciclo anterior compõem o time: Alisson, Danilo, Marquinhos e Alex Sandro; Casemiro e Lucas Paquetá; Raphinha e Vinícius Júnior. A opção é manter experiência e equilíbrio, com poucos jovens prontos.
A troca de comando na CBF também é apontada como falha de promessas. Ednaldo Rodrigues saiu; Samir Xaud chegou para a sequência. Ancelotti assumiu de fato apenas em 2024, com 12 partidas à frente do Brasil.
Continuidade e limitações
Ancelotti busca equilibrar defesa, meio-campo e ataque com atletas já rodados. Gabriel Magalhães, Bruno Guimarães e Matheus Cunha aparecem como opções, substituindo Thiago Silva, Richarlison e Militão machucado.
Entre os jovens, Endrick e Igor Matheus disputam posição no ataque. O veterano Neymar deverá retornar contra o Haiti, abrindo espaço para o nono jogador do elenco da última Copa, ainda como possível reserva.
Perspectiva para a Copa-2030
A ideia de uma revolução profunda ficou para 2030, já que o contrato de Ancelotti se estende até lá. Em 2026, a seleção busca manter o equilíbrio, com renovação gradual e foco em manter o time competitivo sem grandes mudanças radicais.
Entre na conversa da comunidade