O policial militar Cristiano Domingues Francisco, de 39 anos, segue réu no caso do desaparecimento e morte da família Aguiar, em Cachoeirinha. A Justiça determinou que ele constitua nova defesa após o advogado Jeverson Barcellos deixar o caso. Barcellos disse que sua atuação era apenas na fase do inquérito policial. Cristiano tem prazo de dez dias para contratar um novo defensor ou recorrer à Defensoria Pública.
O Ministério Público formalizou as acusações contra Cristiano, que responde por homicídio, ocultação de cadáver, falsidade ideológica, fraude processual, furto, associação criminosa e abandono de incapaz. Ele permanece preso desde 10 de fevereiro e tornou-se réu em maio deste ano. Os investigadores apontam o desaparecimento de Silvana de Aguiar, de 48 anos, e dos pais Isail Vieira de Aguiar, 69, e Dalmira Germann de Aguiar, 70, vistos pela última vez entre 24 e 25 de janeiro.
Além dele, a esposa Milena Tainá Ruppenthal Domingues e o irmão Wagner Domingues Francisco também respondem à Justiça por possível participação no caso. Apesar das investigações e das acusações, os corpos de Silvana e dos pais ainda não foram localizados pelas autoridades. A apuração segue para esclarecer a dinâmica do desaparecimento e os possíveis vínculos entre os envolvidos.
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