O Tribunal Federal decidiu que a concessionária Ecorodovias execute o novo viaduto no Orleans, em Curitiba, para quitar dívidas e multas com o estado. A construção não estava prevista no contrato original de 1997, o que gerou impasses entre as partes.
A decisão envolve a Justiça Federal, a Ecorodias e o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR). A concessionária fica responsável pelo projeto como forma de regularizar o acordo financeiro com o estado. A obra faz parte de um acordo judicial.
Ainda não há data precisa para o início das obras. O DER-PR receberá um relatório de viabilidade técnica até o fim de junho de 2026. Após a aprovação dos projetos, há um prazo de até 36 meses para conclusão.
Como será o sistema binário
O novo traçado prevê a montagem de um segundo viaduto alinhado à Rua Monsenhor Boleslau Falarz. Cada viaduto terá três faixas em sentido único, ampliando a capacidade de tráfego e organizando o fluxo.
Benefícios para os bairros
A intervenção deve ligar com mais agilidade os bairros Santa Felicidade, Orleans e Campo Comprido. A obra busca desafogar acessos pela Eduardo Sprada, Professor João Falarz e Toaldo Túlio, distribuindo melhor o tráfego na região oeste.
Desafios técnicos
Analistas destacam que a obra não basta sozinha. É preciso integrar semáforos sincronizados, segurança de pedestres e ciclistas, e gestão do transporte público. Sem isso, o ganho de fluidez pode se tornar temporário.
Cronograma e próximos passos
O relatório técnico encaminhado ao DER-PR define a viabilidade, com aprovação dos projetos funcional e executivo. A partir daí, a concessionária terá 36 meses para a execução, sujeita a adequações durante as etapas.
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