O cantor e ator Fiuk tornou-se réu em uma ação penal por suposta perturbação do sossego após a Justiça de São Paulo receber uma denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP). A acusação envolve reclamações de moradores do condomínio onde o artista vive, em Alphaville, Barueri, sobre ruídos provocados por veículos esportivos na garagem da residência.
A denúncia foi recebida pela Justiça em 7 de julho, dando início à ação penal. Segundo o Ministério Público, os fatos teriam ocorrido entre janeiro de 2025 e março de 2026. A promotoria sustenta que Filipe Kartalian Ayrosa Galvão costumava ligar e acelerar carros na garagem, principalmente durante a madrugada e em horários de descanso, produzindo ruídos que teriam perturbado a tranquilidade dos vizinhos.
O cantor e ator se Fiuk tornou réu em uma ação penal por suposta perturbação do sossego após a Justiça de São Paulo receber uma denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP). A acusação envolve reclamações de moradores do condomínio onde o artista vive, em Alphaville, Barueri, sobre ruídos provocados por veículos esportivos na garagem da residência.
A denúncia foi recebida pela Justiça em 7 de julho, dando início à ação penal. Segundo o Ministério Público, os fatos teriam ocorrido entre janeiro de 2025 e março de 2026. A promotoria sustenta que Filipe Kartalian Ayrosa Galvão costumava ligar e acelerar carros na garagem, principalmente durante a madrugada e em horários de descanso, produzindo ruídos que teriam perturbado a tranquilidade dos vizinhos.
O artista foi denunciado com base no artigo 42, inciso III, da Lei das Contravenções Penais, que trata da perturbação do trabalho ou do sossego alheios por abuso de instrumentos sonoros ou sinais acústicos. Por se tratar de uma contravenção penal, o caso é considerado de menor potencial ofensivo em comparação aos crimes previstos no Código Penal.
Antes do recebimento da denúncia, Fiuk participou de uma audiência na qual o Ministério Público ofereceu uma proposta de transação penal, que permitiria o encerramento do caso sem prosseguimento da ação mediante prestação de serviços à comunidade ou pagamento equivalente a meio salário mínimo. O cantor, no entanto, recusou o acordo.
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O que diz Fiuk
Em nota, a defesa informou que Fiuk nega a acusação e optou por rejeitar a transação penal para exercer plenamente seu direito de defesa e permitir que os fatos sejam esclarecidos durante o processo.
Os advogados também solicitaram que o caso seja analisado pela Justiça Restaurativa, nos termos da Resolução nº 225/2016 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o objetivo de estimular o diálogo entre as partes.
“A assessoria jurídica reafirma que Fiuk respeita seus vizinhos, não tem a intenção de causar incômodo a ninguém e permanece comprometido com uma convivência responsável e harmoniosa, confiando no esclarecimento dos fatos pela Justiça e na restauração da boa convivência entre todos”, diz o texto.
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