São Caetano do Sul é a cidade melhor avaliada na primeira edição do Mapa da Desigualdade da Região Metropolitana de São Paulo, pesquisa lançada nesta quinta-feira (6) e elaborada pela Rede Nossa São Paulo e pelo Instituto Cidades Sustentáveis. Pirapora do Bom Jesus é considerada a pior.
O trabalho reúne 40 indicadores dos 39 municípios da Grande SP, com dados distribuídos em nove temas: pobreza; trabalho e renda; saúde; educação; cultura; segurança pública; meio ambiente; infraestrutura; transporte e mobilidade; e, por último, habitação.
São Caetano do Sul é a cidade melhor avaliada na primeira edição do Mapa da Desigualdade da Região Metropolitana de São Paulo, pesquisa lançada nesta quinta-feira (6) e elaborada pela Rede Nossa São Paulo e pelo Instituto Cidades Sustentáveis. Pirapora do Bom Jesus é considerada a pior.
O trabalho reúne 40 indicadores dos 39 municípios da Grande SP, com dados distribuídos em nove temas: pobreza; trabalho e renda; saúde; educação; cultura; segurança pública; meio ambiente; infraestrutura; transporte e mobilidade; e, por último, habitação.

Classificação geral do Mapa da Desigualdade da Grande SP
Saneamento básico
A área de maior contraste é a de saneamento básico. Em Juquitiba, apenas 19,5% da população é atendida com esgotamento sanitário, enquanto que em Poá, Santo André e Taobão da Serra, esse percentual é de 100%.
Há 11 municípios com todos moradores cobertos no abastecimento de água, mas em São Lourenço da Serra e Juquitiba esse número representa menos da metade dos habitantes.
Na coleta seletiva de resíduos, a desigualdade se destaca ainda mais. Oito municípios da região metropolitana têm toda a população atendida pelo serviço, enquanto que em Suzano esse percentual só alcança 1,7% da população, e em São Lourenço da Serra chega a 3%.
Expectativa de vida
Há duas cidades com idade média ao morrer superior a 70 anos: São Caetano do Sul, com 76 anos, e Santo André, com 71. A capital São Paulo completa o top-3, com 69 anos.
16 anos separam o primeiro do último colocado. No outro extremo, Francisco Morato tem expectativa de apenas 60 anos. Há outras 14 cidades com pessoas vivendo menos de 65 anos em média.
População em favelas
Na área de habitação, a cidade de pior índice é Mauá, com 27,5% da população vivendo em favelas e comunidades urbanas. Na sequência aparecem Itaquaquecetuba, com 24,7%, e Diadema, com 22,3%.
Sete municípios apresentam percentual igual a zero: Guararema, Juquitiba, Salesópolis, Santa Isabel, São Caetano do Sul, São Lourenço da Serra e Vargem Grande Paulista.
Na capital, 15% dos moradores vivem em favelas e comunidades urbanas.
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