Um tornado foi registrado no fim da tarde desta quinta-feira (6) no interior do município de Pedro Osório, na região Sul do Rio Grande do Sul, durante a passagem de uma intensa linha de instabilidade pelo estado. O fenômeno foi flagrado em vídeo e ocorreu em um cenário meteorológico que, segundo a MetSul Meteorologia, já apresentava condições favoráveis para a formação isolada de tornados.
A Defesa Civil estadual também confirmou a ocorrência. Segundo o órgão, o fenômeno provocou o destelhamento de um galpão e a queda de árvores. Até o momento, não há registro de feridos.
Essas é segunda semana consecutiva em que um tornado é confirmado em terra gaúcha. Na semana passada, o fenômeno atingiu os municípios de Giruá, Sete de Setembro e Senador Salgado Filho, deixando pessoas feridas e causando danos.
Um tornado foi registrado no fim da tarde desta quinta-feira (6) no interior do município de Pedro Osório, na região Sul do Rio Grande do Sul, durante a passagem de uma intensa linha de instabilidade pelo estado. O fenômeno foi flagrado em vídeo e ocorreu em um cenário meteorológico que, segundo a MetSul Meteorologia, já apresentava condições favoráveis para a formação isolada de tornados.
A Defesa Civil estadual também confirmou a ocorrência. Segundo o órgão, o fenômeno provocou o destelhamento de um galpão e a queda de árvores. Até o momento, não há registro de feridos.
Essas é segunda semana consecutiva em que um tornado é confirmado em terra gaúcha. Na semana passada, o fenômeno atingiu os municípios de Giruá, Sete de Setembro e Senador Salgado Filho, deixando pessoas feridas e causando danos.
A MetSul Meteorologia explica que a formação do tornado foi favorecida por uma combinação de fatores atmosféricos. Entre eles, estava uma intensa corrente de jato em baixos níveis, responsável por transportar ar quente e úmido do Norte da Argentina, Paraguai e Centro-Oeste do Brasil para o Rio Grande do Sul, aumentando a energia disponível para tempestades severas.
Ao mesmo tempo, uma linha de instabilidade associada ao avanço de uma frente fria e à formação de um ciclone extratropical sobre o Uruguai atravessava o Sul do estado. O encontro entre o ar quente e úmido e uma massa de ar mais frio favoreceu o rápido desenvolvimento das nuvens de tempestade.
Outro fator determinante foi o forte cisalhamento do vento (a mudança de velocidade e direção dos ventos em diferentes altitudes), que criou condições para a formação de correntes ascendentes em rotação.
+ Ciclone bomba chega no Brasil e Defesa Civil Nacional faz alerta
Ciclone extratropical pode virar bomba e intensificar ventos no Sul
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) vinha monitorando a formação de um ciclone extratropical que pode evoluir para um ciclone bomba e atingir o Rio Grande do Sul. A previsão indica que os maiores impactos no Sul ocorrerão entre sexta-feira (7) e sábado (8).
No estado, a previsão é de rajadas persistentes entre 70 km/h e 90 km/h em áreas do Sul e da Campanha, com possibilidade de ventos superiores a 100 km/h em pontos isolados, principalmente no Litoral Sul, entre Chuí e Rio Grande.
Em Porto Alegre, na Região Metropolitana e em cidades próximas à Lagoa dos Patos, as rajadas devem variar, em média, entre 60 km/h e 80 km/h, podendo superar os 80 km/h e atingir até 100 km/h em locais isolados.
O ciclone também deve provocar queda acentuada nas temperaturas a partir de sexta, quando as máximas no estado devem ficar entre 10°C e 15°C na maior parte das cidades.
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