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Polícia Civil faz operação contra extorsões do TCP em condomínios do RJ

Criminosos obrigavam síndicos a contratar empresa ligada a traficantes da facção na Pavuna, na zona norte carioca

Polícia Civil faz operação contra extorsão de grupo ligado ao TCP | Fernando Frazão/Agência Brasil
Polícia Civil faz operação contra extorsão de grupo ligado ao TCP | Fernando Frazão/Agência Brasil

A Polícia Civil deflagrou nesta sexta-feira (14) uma operação contra um grupo ligado à facção Terceiro Comando Puro (TCP) que faz extorsões em condomínios na Pavuna, na zona norte da capital do Rio de Janeiro. Criminosos obrigavam síndicos a rescindir contratos de segurança e a contratar uma empresa ligada à facção.

A ação cumpre mandados de busca e apreensão em endereços na Pavuna e em Costa Barros. A investigação identificou a atuação de um grupo ligado ao TCP, com influência na Comunidade da Quitanda e no Complexo da Pedreira, que passou a ameaçar condomínios da região para explorá-los economicamente.

A Polícia Civil deflagrou nesta sexta-feira (14) uma operação contra um grupo ligado à facção Terceiro Comando Puro (TCP) que faz extorsões em condomínios na Pavuna, na zona norte do Rio de Janeiro. Criminosos obrigavam síndicos a rescindir contratos de segurança e a contratar uma empresa ligada à facção.

A ação cumpre mandados de busca e apreensão em endereços na Pavuna e em Costa Barros. A investigação identificou a atuação de um grupo ligado ao TCP, com influência na Comunidade da Quitanda e no Complexo da Pedreira, que passou a ameaçar condomínios da região para explorá-los economicamente.

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Integrantes do grupo criminoso coagem síndicos a rescindir contratos já existentes e aderirem aos serviços de uma empresa ligada à facção. Para obrigar a mudança, criminosos ameaçavam permitir entrada de usuários de drogas nos condomínios e até mesmo determinar a quebra de muros divisórios.

Moradores foram obrigados a arcar com taxas mensais ao grupo ligado ao TCP. Um dos alvos da operação supostamente atua como intermediário, sendo o responsável por repassar as determinações aos demais integrantes.

Outro envolvido seria o único síndico que teria aderido ao contrato imposto pelos traficantes. Ele teria passado a receber vantagens e a trabalhar para a empresa indicada pelo grupo após a adesão.

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