A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, confirmou nesta segunda-feira (17) que o achado no poço Morpho, na Bacia da Foz do Amazonas, é de fato petróleo. A descoberta ocorreu a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá e foi identificada durante a perfuração do bloco FZA-M-59, em águas ultraprofundas. Segundo Chambriard, ainda não é possível determinar o volume encontrado, mas a avaliação inicial é considerada positiva.
“Tem petróleo e descoberta, a gente ainda não sabe quanto, nós vamos continuar investindo e explorando. Nós aqui, estamos extremamente otimistas com o que estamos encontrando por aqui”, afirmou a presidente da Petrobras durante o evento que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e de autoridades do governo.
A Petrobras informou que a perfuração do poço deve ser concluída nos próximos 15 a 20 dias. A estatal também prevê a perfuração de outros três poços na região, além de cinco em áreas adjacentes. O objetivo é reunir dados suficientes para determinar o potencial da área e avaliar a existência de reservas que possam ter viabilidade comercial.
A confirmação representa um avanço em relação ao anúncio feito na semana passada, quando a Petrobras havia informado apenas a identificação de hidrocarbonetos.
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, confirmou nesta segunda-feira (17) que o achado no poço Morpho, na Bacia da Foz do Amazonas, é de fato petróleo. A descoberta ocorreu a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá e foi identificada durante a perfuração do bloco FZA-M-59, em águas ultraprofundas. Segundo Chambriard, ainda não é possível determinar o volume encontrado, mas a avaliação inicial é considerada positiva.
“Tem petróleo e descoberta, a gente ainda não sabe quanto, nós vamos continuar investindo e explorando. Nós aqui, estamos extremamente otimistas com o que estamos encontrando por aqui”, afirmou a presidente da Petrobras durante o evento que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e de autoridades do governo.
A Petrobras informou que a perfuração do poço deve ser concluída nos próximos 15 a 20 dias. A estatal também prevê a perfuração de outros três poços na região, além de cinco em áreas adjacentes. O objetivo é reunir dados suficientes para determinar o potencial da área e avaliar a existência de reservas que possam ter viabilidade comercial.
A confirmação representa um avanço em relação ao anúncio feito na semana passada, quando a Petrobras havia informado apenas a identificação de hidrocarbonetos, o que poderia indicar presença de petróleo ou gás. Na ocasião, a empresa explicou que os dados obtidos por perfis elétricos e pela análise das rochas apontavam para a presença de óleo, mas que ainda seriam necessários estudos adicionais para confirmar a descoberta.
A área é considerada estratégica para a Petrobras diante da perspectiva de declínio da produção do pré-sal a partir da próxima década. A companhia vê a Margem Equatorial como uma das regiões com potencial para ajudar na recomposição das reservas brasileiras e na manutenção da segurança energética do país.
Durante a agenda no Amapá, o presidente Lula também defendeu a exploração de petróleo na região. Ele afirmou que a descoberta pode ser um “passaporte para o futuro” do país e ressaltou que a atividade deve ser realizada com medidas de proteção ambiental.
O presidente também avaliou que a descoberta é estratégica tanto para a Petrobras quanto para o país e diz respeito à soberania brasileira. “Um país que tem um petróleo nessa qualidade aqui não vai permitir que ninguém meta o dedo nele”, disse.
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Alcolumbre agradece Lula
O evento também foi marcado por um gesto político entre Lula e Alcolumbre. O presidente do Senado agradeceu ao petista pelo apoio à exploração da Margem Equatorial e destacou a importância da descoberta para o Amapá. Ao final da participação de Alcolumbre, os dois políticos se abraçaram.
Alcolumbre afirmou estar presente não apenas como presidente do Senado, mas também como amapaense que acompanhou a trajetória até a autorização da pesquisa na região. Ele destacou a atuação de Lula, da Petrobras e de outras autoridades para viabilizar a exploração.
“Muito obrigado, presidente, pela defesa ao longo dos últimos meses. Essa descoberta da Petrobras tem que ser orgulho de todos os brasileiros”, declarou.
O senador foi um dos principais defensores da pesquisa de petróleo na costa do Amapá e já havia agradecido publicamente a Lula pelo apoio à iniciativa. Em 2025, após o Ibama autorizar a perfuração do poço Morpho, Alcolumbre classificou a decisão como um avanço histórico para o estado e destacou o papel do presidente da República na viabilização do projeto.
A agenda no Amapá ocorre em meio à recente reaproximação política entre Lula e Alcolumbre, depois de meses de tensão. A Petrobras precisa concluir a avaliação do poço e realizar novas perfurações para determinar o tamanho e o potencial econômico da ocorrência.
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