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Líder da Amia alerta sobre infiltração de iranianos na Argentina após atentado

Justiça argentina aponta Irã como responsável pelos atentados à Amia e à Embaixada de Israel, intensificando a busca por justiça.

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Pessoas seguram fotos das vítimas enquanto participam de evento que marca o 31º aniversário de atentado a bomba em 1994 (Foto: Mariana Nedelcu/Reuters)
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  • Em 2024, a Justiça argentina apontou o Irã como mandante dos atentados à Associação Mutual Israelita-Argentina (Amia) e à Embaixada de Israel, que resultaram em 114 mortes, sendo 85 na Amia, em 1994.
  • A comunidade judaica organizou um ato de repúdio, ressaltando a impunidade e a busca por justiça.
  • O presidente da República, Javier Milei, afirmou que o Irã é o principal responsável pelo atentado.
  • Durante a cerimônia, o presidente da Amia, Osvaldo Armoza, pediu ações do governo para evitar a infiltração do Irã na região.
  • O ato de lembrança ocorreu às 9h53, horário da explosão, e contou com a presença de familiares das vítimas.

Em 2024, a Justiça argentina identificou o Irã como mandante dos atentados à Amia e à Embaixada de Israel, que resultaram em 114 mortes, sendo 85 na Amia, em 1994. A comunidade judaica organizou um ato de repúdio, enfatizando a impunidade e a busca por justiça.

O atentado à Amia, ocorrido em 18 de julho de 1994, marcou a história argentina e a luta por memória, verdade e justiça. Na manhã do ataque, um carro-bomba explodiu na sede da Associação Mutual Israelita-Argentina, no bairro de Once, em Buenos Aires. Dois anos antes, a Embaixada de Israel também havia sido alvo de um ataque terrorista.

Durante a cerimônia de lembrança, o presidente Javier Milei destacou que o Irã é o principal responsável pelo atentado. “A Justiça determinou a responsabilidade das principais autoridades iranianas no planejamento e na execução do atentado,” afirmou Osvaldo Armoza, presidente da Amia. Ele pediu ao governo que tome medidas para evitar a infiltração do Irã na região.

A comunidade judaica se reuniu em um ato que começou às 9h53, horário da explosão. “O terrorismo está mais ativo do que nunca,” alertou Armoza. O evento contou com a presença de familiares das vítimas, que seguravam fotos e fizeram um minuto de silêncio. A segurança foi reforçada nas imediações, em meio ao contexto de conflitos no Oriente Médio.

A estação de metrô Pasteur, renomeada para Pasteur-Amia em 2015, se tornou um memorial, com obras de arte que homenageiam as vítimas. O local abriga um relógio que marca o horário exato da explosão e retratos das vítimas. A memória do atentado também é retratada em produções audiovisuais, mantendo vivo o legado da tragédia.

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