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Maioria planeja reaproveitar material escolar na volta às aulas

Quase noventa por cento pretendem reaproveitar materiais de anos anteriores, diante de gastos que afetam o orçamento familiar, principalmente entre classes D e E

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Venda a varejo de material escolar em lojas da 25 de Março, região central.
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  • Oito em cada dez brasileiros com filhos em idade escolar planejam reaproveitar materiais do ano passado para a volta às aulas de 2026.
  • Entre os itens, o material escolar aparece em 89%, o uniforme em 73% e os livros didáticos em 69% como os mais citados nos gastos.
  • Cerca de 88% afirmam que os gastos impactam o orçamento familiar, com 52% das classes D e E classificando o impacto como muito grande e 32% nas classes A e B.
  • 84% dizem que os preços dos materiais influenciam decisões em lazer, alimentação ou contas; dois em cada três trocam por marcas mais baratas quando há elevação de preço.
  • No canal de compra, 45% preferem lojas físicas, 39% combinam físico e online, e 16% pretendem comprar a maior parte pela internet.

Oito em cada dez brasileiros com filhos em idade escolar pretendem reaproveitar materiais do ano anterior na volta às aulas de 2026. A estimativa é de uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em parceria com a QuestionPro.

O levantamento mostra que cerca de 88% afirmam que os gastos afetam o orçamento familiar, especialmente em famílias de menor renda. O objetivo é planejar e reduzir desperdícios com itens usados e itens que ainda têm utilidade.

O estudo aponta que o material escolar é a categoria mais citada pelos entrevistados como responsável por custos, seguido de uniforme e livros didáticos. A maioria percebe o impacto econômico como significativo para o orçamento mensal.

No recorte por renda, 52% das classes D e E consideram o impacto muito grande, enquanto esse índice cai para 32% nas classes A e B. Quase 84% dizem que preços influenciam decisões em lazer, alimentação e contas do mês.

Ao enfrentar preços acima do esperado, dois em cada três brasileiros optam por marcas mais baratas. O consumo híbrido aparece como tendência, com 45% adquirindo principalmente em lojas físicas e 39% combinando lojas físicas e online. Outros 16% compram majoritariamente pela internet.

Tendências de compra

Priscilla Pires, 40 anos, mãe de Gabriel, 13, organiza as compras ainda em dezembro, antecipando parte do 13º salário e usando parcelas no cartão. Ela busca equilibrar qualidade, orçamento e a demanda da criança, mantendo o que está funcional.

Abertura de loja única facilita a prática de compras da professora Priscila Alves, 40, que antecipa a lista de materiais do filho Carlos, 5, com itens como lápis de cor, mochila e estojo reaproveitados. O restante é adquirido em várias lojas para reduzir custos.

Alunos e pais também buscam manter o equilíbrio financeiro com atividades complementares, como aulas particulares, que ajudam a compensar os gastos com materiais escolares. As entrevistas reforçam a pressão de preços no início do ano letivo.

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