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Cafeteira vira laboratório em casa com recursos experimentais

Cafeteira de sifão doméstica propõe ritual inspirado em laboratório, com consistência, pausa mental e menos resíduos, exigindo cuidado com temperatura e moagem

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Conjunto de cafeteira de sifão Kazumi
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  • A Kazumi Coffee apresenta um sistema de sifão/vácuo para uso doméstico, com peças que lembram um Erlenmeyer e um funil de filtração, feito de vidro borosilicato.
  • O método funciona colocando água na parte inferior, aquecendo para subir ao compartimento do café, infundindo por um curto período e retornando, já filtrado, ao recipiente inferior. O pó fica na parte superior.
  • Benefícios apontados incluem maior consistência entre preparos, uma pausa sensorial durante o ritual e a redução de resíduos, com filtro cerâmico reutilizável (G3) que supostamente mantém a xícara mais limpa.
  • Pontos de atenção: o conjunto é sensível a impactos e mudanças bruscas de temperatura; há debate entre entusiastas sobre entupimento dependendo da moagem e do tipo de café, recomendando moagens mais grossas e ajustes na receita.
  • Receita-base da marca: uma a duas colheres de sopa por xícara, capacidade de um litro (até quatro xícaras), com tempo de preparo típico, destacando que cada usuário pode ajustar moagem e água conforme o gosto.

Uma cafeteira que parece laboratório deixa a cozinha em evidência. A Kazumi Coffee apresenta um sistema de sifão/vácuo, com peças que lembram Erlenmeyer e funil, pensado para uso doméstico e não apenas para cafeterias. O objetivo é transformar o preparo em ritual, não apenas em cafeína.

O funcionamento é simples na teoria: água fica na parte inferior, é aquecida e sobe para a câmara com o café moído. Ao desligar o calor, o líquido desce, filtrado, com o pó retido na etapa superior. O guia da marca detalha a montagem, a infusão e o retorno do líquido ao recipiente inferior.

A proposta central é oferecer maior controle sobre o método, reduzindo variações comuns no filtro por coador. O conjunto usa um filtro cerâmico G3 reutilizável, sem necessidade de filtros descartáveis. O material é apresentado como capaz de manter um perfil de sabor mais limpo na xícara.

Para o dia a dia, a marca aponta três ganhos: maior consistência entre preparos, uma experiência sensorial mais pausada e menor geração de resíduos, com limpeza adequada do filtro cerâmico. A prática é descrita como um ritual que pode tornar o preparo mais consciente.

Entre os cuidados, o vidro borosilicato resiste a choques térmicos, mas recomenda-se evitar impactos e mudanças bruscas de temperatura. Entusiastas discutem, porém, o risco de entupimento conforme a moagem e o tipo de café; sugerem moagens mais grossas e ajustes na receita.

Na receita base, a marca recomenda 1 a 2 colheres de sopa por xícara, com capacidade de até 1 litro (aproximadamente quatro xícaras). O tempo de infusão varia conforme a moagem, ainda que muitos guias indiquem parâmetros próximos de uma proporção técnica para quem busca maior controle.

A Kazumi Coffee posiciona o equipamento como ferramenta de atenção no cotidiano, adequada tanto para casas barulhentas quanto para espaços menores. Em todas as leituras, a função principal é manter o processo claro e repetível, com café como ponto de apoio para a pausa consciente.

Conteúdo com apoio de inteligência artificial e supervisão de jornalista do ToqueTec. Crédito às fontes oficiais da marca foi mantido para referências técnicas.

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