Uma designer carioca enfrentou uma série de contratempos em um voo de Hong Kong para o Rio de Janeiro, após pagar mais de R$ 20 mil por uma passagem na classe executiva. A viagem, marcada para maio de 2024, se transformou em um pesadelo com um atraso de quatro horas e a realocação para a classe econômica, resultando em sérios desconfortos, incluindo edemas.
A companhia aérea Société Air France foi responsável pelo atraso na partida em Hong Kong. Ao chegar em Paris, a designer, identificada como Tatiana, foi surpreendida ao ser transferida para um assento na classe econômica, o que contraria as expectativas de conforto que justificaram o alto custo da passagem. A situação gerou um impacto significativo em sua saúde e bem-estar durante a longa viagem.
Em decorrência dos transtornos, a 8ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu a favor de Tatiana, condenando a companhia aérea ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais. Além disso, a empresa deverá devolver R$ 2,7 mil, referente à diferença entre os valores das passagens econômica e executiva. A decisão ressalta a importância do cumprimento das obrigações contratuais por parte das companhias aéreas, especialmente em situações que afetam diretamente a experiência do passageiro.
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