As Sete Magníficas, formadas por Apple, Microsoft, Meta, Google, Amazon, Nvidia e Tesla, seguem sendo citadas como referência de liderança de mercado. O grupo latino-americano proposto pelo Bank of America traz outra composição, com foco em diversificação setorial.
O relatório aponta Mercado Livre, Nubank, Itaú, BTG, Weg, Localiza e Raia Drogasil como as ações que mais se aproximam das características do grupo americano. A seleção busca representar papéis líderes em seus mercados locais, com potencial de retorno estável ao longo do tempo.
Perfil da nova seleção
O grupo latino é descrito como mais diverso do que as Magníficas dos EUA, incluindo três bancos, além de varejo e indústria. A capitalização de mercado somada é de US$ 381 bilhões, bem menor que os US$ 20,9 trilhões das Magníficas americanas.
A projeção de retorno para o grupo latino desde 2021 é de cerca de 21% ao ano. Observa-se diferença de liquidez entre os dois grupos, além do peso setorial distinto. Movimentos nos papéis podem influenciar índices regionais de forma relevante.
Critérios e metodologia
Entre os critérios estão retorno acima da Selic ao longo do histórico e capitalização de mercado superior a US$ 5 bilhões. A avaliação considerou tamanho, P/L projetado, histórico de receita e ROE, com dados médios dos últimos quatro anos para reduzir impactos da pandemia.
Ainda segundo o relatório, as Magníficas americanas intensificam o acesso ao crescimento global de tecnologia, enquanto o grupo latino prioriza dividendos e visão de longo prazo em diversos setores. A análise enfatiza que diferentes funções exercem em portfólios de investimento.
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