O diretor Matthieu Wiltz, codiretor da região EMEA do JPMorgan Chase, disse à Bloomberg TV que o banco está otimista sobre IPOs e operações de fusões e aquisições para 2026. Segundo ele, o pipeline para esses negócios permanece robusto, mesmo diante de ventos econômicos e geopolíticos desfavoráveis.
Wiltz destacou que há demanda significativa do mercado e disposição de clientes para aproveitar a janela de oportunidades. O executivo ressaltou que o JPMorgan tem capacidade de financiamento competitiva frente aos créditos privados, o que oferece vantagem em negociações.
Em 2025, o JPMorgan figurou como o terceiro maior subscritor global de IPOs, conforme dados da Bloomberg, com o total de negócios em alta de quase 47%. A instituição também liderou o financiamento de aquisições, incluindo a venda recorde da Electronic Arts.
Apesar do ritmo positivo, Wiltz disse que o banco atua com cautela em relação aos riscos nos mercados privados. O aumento de co-investidores exige maior due diligence para transações com crédito privado, reforçando o papel de controles rigorosos.
Colaboradores afirmaram que a liquidez elevada no mercado exige revisão de cláusulas contratuais e avaliação criteriosa de condições para cada operação. A abordagem visa evitar exposição indevida diante de cenários de crédito desafiadores.
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