A Amazon anunciou nesta quarta-feira a demissão de cerca de 16 mil funcionários, aproximadamente 5% de sua força de trabalho global. A medida faz parte de uma reestruturação para reduzir custos e acompanhar as mudanças no mercado. A decisão envolve grande parte da equipe, sobretudo nos EUA.
A empresa já havia dispensado 14 mil pessoas em outubro de 2025, em outra rodada de cortes. Segundo a companhia, a maior parte das demissões ocorrerá nos Estados Unidos, onde está concentrada a maioria dos seus trabalhadores.
Quem trabalha nos EUA terá 90 dias para buscar recolocação interna caso deseje permanecer na empresa. A medida busca mitigar o impacto das dispensas e oferecer oportunidades de transferência entre áreas.
Recuo e prioridades
A decisão ocorre em um contexto de dificuldades econômicas globais e de desafios nas operações de comércio eletrônico e nuvem. A Amazon afirma que continuará investindo em inovação e crescimento, mesmo com os cortes.
A empresa não detalhou cargos ou departamentos atingidos, mas indicou que cortes se concentram em áreas administrativas e de suporte. Em contrapartida, há continuidade de contratações em tecnologia, logística e inovação.
A Amazon é uma das maiores empregadoras do mundo, com mais de 500 mil funcionários. A reestruturação é apresentada pela companhia como medida para adaptar a estrutura às novas condições de mercado.
A companhia assegura oferecer apoio aos demitidos, incluindo auxílio na transição e programas de recolocação. A decisão não atinge as operações centrais da empresa, segundo o comunicado oficial.
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