O LINK reagiu na quarta-feira, registrando alta de cerca de 14% após teste de mínimas anteriores. Em oito horas, a cotação saiu de aproximadamente 8,20 dólares para 9,35 dólares, chegou a 9,50 dólares e caiu para cerca de 9,25 dólares no momento. A valorização ocorreu em meio a apostas positivas para o rendimento de curto prazo.
O movimento é atribuído a dois catalisadores recentes: a integração com a Canton Network para tokenização de ativos do mundo real e fluxos institucionais contínuos para ETFs de LINK no mercado à vista. Além disso, a Chainlink vem ganhando alinhamento com reguladores, com membros-chave atuando em órgãos reguladores.
A Canton Network integra fluxos de dados relevantes, como ações, comprovantes de reservas e suporte ao Cross-Chain Interoperability Protocol (CCIP), fortalecendo a posição da Chainlink como infraestrutura para capital institucional. A parceria amplia o papel da rede além de simples feeds de preços.
Dados de ativos institucionais ajudam a sustentar o impulso. O fundo Grayscale GLNK acumula mais de US$ 61 milhões em ativos, desafiando tendências de saída de ETFs. Outros veículos detêm valores expressivos: Bitwise CLNK, acima de US$ 11 milhões. Essas entradas apoiam o cenário de demanda por LINK.
No âmbito técnico, a diversificação de fluxos on-chain contribuiu para o otimismo. As reservas estratégicas da Chainlink subiram para mais de 2,17 milhões de tokens, com valor próximo a US$ 20 milhões. A empresa utiliza recompra de tokens com base em taxas off-chain para reduzir a oferta.
No curto prazo, o RSI saiu de 34 para 50, sinalizando retorno de compras e neutralização da condição de sobrevenda. O sentimento depende ainda do desempenho de Bitcoin, já que movimentos da maior criptomoeda costumam influenciar o ecossistema. O open interest se aproxima de US$ 422 milhões, indicando maior atividade com alavancagem.
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