O MBA continua sendo um investimento caro nos EUA, com alta de mensalidades em programas avaliados pela Bloomberg Businessweek. Em quatro anos, o valor médio subiu cerca de 11%, segundo a lista de rankings. Em alguns programas, o aumento alcançou 20% ou mais.
Esse movimento reflete, principalmente, o aumento dos custos operacionais das escolas. Pesos salários de docentes e a competição para oferecer uma ampla gama de comodidades aos estudantes ajudam a sustentar as tarifas.
Essa tendência não é exclusiva das escolas de negócios. Dados do HEPI indicam que os custos operacionais do ensino superior vêm superando a inflação desde pelo menos a década de 1960, o que pressiona as mensalidades de forma ampla.
Causas e impactos atuais
Os custos de contratação de professores mais qualificados, investimentos em infraestrutura e serviços para estudantes aparecem entre os fatores citados pelos analistas. A pressão por diferenciar-se também explica parte do reajuste.
Especialistas destacam que a diversidade de programas e mercados regionais influenciam o ajuste de preços. Embora a alta dificulte decisões de candidatos, as instituições defendem que o investimento busca manter padrões acadêmicos e atrair talentosas lideranças.
Em meio a esse cenário, o público avalia opções entre programas mais caros com reconhecimento e programas mais acessíveis com menor tradicionalidade, balanceando custo e retorno.
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