Anthropic discute com o governo dos EUA a divulgação do Mythos, seu modelo de IA mais poderoso. A empresa afirma que o Mythos é excessivamente potente para exposição pública devido a riscos de cibersegurança sem precedentes. O tema ganhou atenção de reguladores e do setor financeiro.
A coordenação ocorreu após o registro público de tensões entre Anthropic e autoridades, que levou a empresa a ser classificada como risco de cadeia de suprimentos no mês passado. A versão mais recente do modelo é alvo de avaliações de segurança e controle de uso.
O encontro com o governo americano ocorreu em meio a uma agenda de debates sobre uso militar e civil da IA. O cofundador da Anthropic afirmou a participação ativa em conversas com autoridades e indicou que futuras iterações também serão discutidas com autoridades.
A região de Washington foi o palco de declarações sobre a necessidade de alinhamento entre inovação tecnológica e segurança nacional. Representantes do governo têm sido informados sobre capacidades, limitações e possíveis cenários de aplicação do Mythos.
Na esfera financeira, o Tesouro e bancos americanos participaram de reuniões para entender como a Mythos pode auxiliar a identificar vulnerabilidades. Fontes citadas pela imprensa indicam que o setor avalia aplicações em detecção de falhas de segurança.
A Anthropic limitou a divulgação do Mythos a um grupo restrito de empresas de tecnologia e cibersegurança. Entre os signatários da lista estariam Amazon, Apple e JPMorgan Chase, segundo relatos de veículos de imprensa.
Bancos de maior peso no setor, como Goldman Sachs, Citigroup, Bank of America e Morgan Stanley, também teriam iniciado testes com o modelo, conforme informações de veículos financeiros. Reguladores britânicos também monitoram a evolução do Mythos.
O UK AI Security Institute emitiu um alerta indicando que Mythos representa um avanço nos riscos cibernéticos em relação a modelos anteriores. Reguladores financeiros do Reino Unido discutem, junto a comentadores, potenciais impactos da ferramenta.
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