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IBC-Br: oscilações políticas influenciam economia conforme pesquisas

IBC-Br cresce zero vírgula seis por cento em fevereiro, menor que janeiro, elevando incertezas sobre o crescimento de dois mil e vinte e seis em meio ao ambiente eleitoral

Opinião | IBC-Br: a cada soluço das pesquisas, Lula tende a inventar bondades; a economia paga a conta
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O Índice da Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou avanço de 0,60% em fevereiro, dentro do esperado, mas abaixo de janeiro, com alta de 0,78%. Em 12 meses, até fevereiro, o índice cresceu 1,88%. O IBC-Br funciona como prévia do PIB.

O IBC-Br ainda não incorpora os impactos da Guerra do Irã sobre a economia brasileira, que incluem elevação dos preços do petróleo e interrupções na cadeia de fertilizantes. Analistas esperam efeito de desaceleração global e pressionamento da inflação a partir dos próximos dados.

O FMI projetou queda global de 3,3% para 2024, passando a 3,2% caso o conflito se estenda; para o Brasil, porém, houve revisão positiva da perspectiva de crescimento devido ao aumento de receitas com petróleo. O Focus aponta crescimento de 1,85% para este ano.

Entre os fatores locais, o Brasil vive um ambiente de incerteza política por conta das eleições. A cada avanço das pesquisas, debates sobre pacotes econômico-fiscais aparecem, com impactos potenciais sobre a formação de receitas e a atividade.

Entorno macro e eleições

As atualizações divulgadas pelo FMI sinalizam que o cenário externo pode reduzir a volatilidade se houver continuidade na demanda por commodities e estabilidade de preços internacionais. No entanto, a conjuntura permanece sujeita a choques geopolíticos.

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