Segundo BTG Pactual, o Brasil surge como a melhor posição externa entre as grandes economias emergentes para enfrentar o choque energético causado pelo conflito no Oriente Médio. A avaliação projeta maior resiliência da economia brasileira frente a oscilações de commodity e de preços do petróleo.
No saldo de 2025, a balança de petróleo e derivados registrou superávit de US$ 32 bilhões. Já o déficit com fertilizantes ficou em US$ 15 bilhões, resultando em um saldo líquido positivo de US$ 16,4 bilhões, conforme levantamento do banco.
A análise situa o Brasil como destaque entre emergentes, diante de fluxos comerciais e de capital que fortalecem a posição externa. O estudo da instituição financeira focaliza o cenário global e as implicações para a orientação de políticas econômicas no curto prazo.
Entre na conversa da comunidade