Kevin Warsh, indicado por Donald Trump para presidir o Fed, pediu uma mudança de regime no banco central dos EUA, com nova estrutura de controle da inflação e revisão da comunicação ao público. A defesa foi feita em audiência de confirmação no Comitê Bancário do Senado.
O ex-governador do Fed defendeu cortes de juros, sustentando que avanços em inteligência artificial devem elevar a produtividade. Também mencionou a possibilidade de revisar as projeções trimestrais de taxas, utilizadas pelo Fed para orientar a política monetária.
Warsh criticou políticas anteriores, atribuindo à inflação erros de anos recentes. A defesa gerou debate sobre independência do Fed e sobre o papel do presidente na indicação, com sinais de oposição e apoio entre democratas e republicanos.
Ambiente político e cronograma
A audiência teve ampla repercussão, sinalizando mudanças profundas no Fed caso Warsh seja confirmado. O Senado discutirá a indicação; a votação ainda não tem data definida e depende de procedimentos internos.
Powell permanece no cargo até decisão final, com possível prolongamento caso a confirmação de Warsh seja adiada. A investigação sobre Powell envolve o Departamento de Justiça e pode influenciar o ritmo da votação.
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