O dólar encerrou o dia em alta, cotado a 5,0018 reais, impulsionado pela incerteza gerada pela guerra no Irã e pela complexidade de acordos diplomáticos na região. O movimento ocorreu em meio a pressões de mercado oriundas do exterior.
O Federal Reserve manteve a taxa de juros entre 3,50% e 3,75% ao ano, sinalizando uma postura cautelosa em relação à economia. Os sinais de contenção contribuíram para o viés de dificuldade para direcionalidade dos ativos.
A guerra no Irã e a perspectiva de avanço ou atraso na retomada de conversas nucleares elevaram a volatilidade global, com o petróleo registrando alta de mais de 5%. O movimento refletiu preocupações com oferta e geopolítica.
A agenda local aponta para a decisão do Copom sobre a Selic, prevista para uma redução de 0,25 ponto percentual. A taxa brasileira é acompanhada de perto por operadores que avaliam impactos sobre o câmbio e a inflação.
No intraday, o dólar à vista oscilou entre 4,9795 (mínima) e 5,0138 (máxima). O contrato de maio subia 0,56%, para 5,0045, por volta das 17h. O índice DXY avançava 0,21% contra uma cesta de moedas fortes.
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