O mercado financeiro acompanha o conflito no Oriente Médio após a tentativa de retomada de negociações entre EUA e Irã. Donald Trump disse que as conversas ocorrem por telefone, mas o tom segue de cautela entre investidores. Enquanto isso, dados fiscais e de emprego ganham atenção no Brasil e no exterior.
No front econômico global, o petróleo opera em patamares elevados. O Brent caiu 1,65% para US$ 116,02 o barril, e o WTI recuou 0,34%, a US$ 106,50. A situação geopolítica é vista como fator de pressão sobre a inflação.
Dados do dia
O Fed manteve a política de juros, destacando inflação elevada e incertezas globais decorrentes do Oriente Médio. Trump reagiu criticando o presidente do Fed, Jerome Powell, em suas redes sociais.
Antes, o BCE é aguardado para anunciar a política monetária às 9h15, com expectativa de manutenção da taxa de 2%. Powell permanece à frente do banco central dos EUA até o fim do mandato, sem prazo definido para a gestão.
Continuidade das decisões
O BoE deve manter a taxa em 3,75% ao ano, com anúncio às 8h. A presidente do BCE fala às 9h45 sobre a decisão tomada. O dia envolve ainda divulgação de dados econômicos centrais no Brasil.
No Brasil, a PNAD Contínua sai às 9h, estimando desemprego em torno de 6% no trimestre encerrado em março. O intervalo das projeções variou de 5,7% a 6,2%.
Às 8h30, o Banco Central publica a Nota de Política Fiscal de março. O déficit primário do setor público consolidado ficou em R$ 16,4 bilhões em fevereiro, melhorando frente a fevereiro de 2025.
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