O desemprego no Brasil manteve o ritmo aquecido no primeiro trimestre do ano, registrando mínima histórica para o período. O mercado de trabalho segue estável, diante de sinais de recuperação econômica ainda errática em alguns setores.
Economistas apontam que, mesmo com a elevação da taxa básica de juros, a atividade econômica pode frear em alguns segmentos sensíveis ao crédito. Ainda assim, a combinação de estímulos fiscais e um cenário político próximo de eleições tende a sustentar o nível de empregos.
Há expectativa de que haja um novo piso na média da taxa de desemprego dos quatro trimestres de 2026, com avaliações de que o desemprego permaneça em patamar baixo no curto prazo. O cenário é influenciado por políticas públicas e pela dinâmica de consumo, importação e produção.
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