O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da FGV subiu 2,2 pontos em abril, para 117,2 pontos, o maior nível desde abril do ano passado. Em médias móveis trimestrais, o índice ficou estável em 112,7 pontos. A queda ou alta recente segue o ritmo de incertezas externas.
Anna Carolina Gouveia, economista do FGV Ibre, afirma que a alta foi puxada pelo componente de Expectativas, que subiu com maior dispersão das previsões para a Selic e a inflação nos próximos 12 meses. A leitura indica um efeito persistente de fatores externos sobre a economia brasileira.
Componente de Mídia e Expectativas
O componente de Mídia do IIE-Br subiu 1,1 ponto, para 118,3 pontos, contribuindo com 1,0 ponto para o resultado agregado. O subcomponente de Expectativas, que mede a dispersão das previsões para variáveis macro, avançou 6,3 pontos, chegando a 105,9 pontos, o maior nível desde janeiro.
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