O Brasil esgotou neste ano a cota de exportação de carne bovina para a China, o maior comprador mundial, com a medida imposta por Pequim devido a questões sanitárias. A interrupção deve impactar o ritmo de vendas ainda no primeiro semestre.
Exportadores brasileiros passam a mirar novos mercados para manter o ritmo de embarques. Estados Unidos, Argentina e Uruguai aparecem como alternativas, segundo fontes do setor, diante da restrição chinesa.
A demanda global por carne bovina permanece robusta, segundo analistas, o que aumenta a pressão por diversificação de destinos. A China representa uma fatia relevante das exportações brasileiras, cuja ausência temporária pode afetar receita do setor.
Mercados alternativos e negociações
O governo brasileiro busca abrir novas frentes comerciais e negociar a retomada dos embarques para a China, assegurando padrões sanitários e atendendo exigências do país asiático. Enquanto isso, frigoríficos intensificam ações para manter o fluxo de exportação.
Especialistas apontam que ampliar mercados ajuda a reduzir a dependência de um único destino. Com a normalização das exportações para a China, a expectativa é de restauração gradual das cotações e do ritmo de vendas.
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