Estée Lauder Companies fechou um acordo de 210 milhões de dólares em uma ação coletiva movida por acionistas. A disputa alegava que a empresa defraudou investidores ao ocultar a dependência excessiva de vendas no mercado cinza na China.
Os acionistas afirmaram que a gigante de cosméticos demorou a divulgar como a crackdown do governo chinês, iniciada em janeiro de 2022, afetou as vendas da companhia no país.
A ação sustenta que a empresa não informou de maneira adequada o impacto do endurecimento regulatório sobre seus canais de venda não autorizados na China.
Segundo os queixosos, a prática de mercado cinza possibilitava receitas que mascaravam o desempenho real da empresa no mercado chinês, prejudicando investidores que esperavam transparência.
A decisão de resolver o caso fora dos tribunais evita um julgamento, mas não implica reconhecimento de culpa por parte da Estée Lauder, que nega irregularidades.
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