O Ibovespa abriu a sessão desta quinta-feira (21) em queda, pressionado por bancos, varejo e empresas ligadas ao consumo doméstico. O índice terminou o início de pregão em baixa, com fraqueza acentuada nos setores relacionadas ao crédito e ao consumo.
Às 10h08, o principal indicador da B3 caía 0,49%, aos 176.489 pontos, após abrir próximo da estabilidade e ampliar as perdas nos primeiros minutos de negociação. O movimento refletia atitudes de investidores diante de notícias no front interno.
Ibovespa sob pressão: bancos e consumo
Entre os peso-pesados, bancos operavam no vermelho, com quedas acima de 1% em Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander Brasil em momentos da manhã. O setor de varejo também recuava, com Assaí, Grupo Mateus e GPA entre os destaques de perdas.
A Hapvida registrava queda perto de 2%, enquanto Embraer e Vale também operavam em terreno negativo. O conjunto de ações de consumo ajudava a puxar o índice para baixo neste início de sessão.
Petrobras e commodities ajudam a diminuir perdas
Em contrapartida, Petrobras avançava mais de 1% e ajudava a conter parte da pressão do Ibovespa. Petroleiras menores, como PRIO, PetroReconcavo e Brava Energia, operavam em alta, contribuindo para o alívio parcial do índice.
O setor siderúrgico também mostrava performance positiva, com Usiminas registrando forte alta superior a 4% na abertura, atenuando o tom pesando em parte do mercado.
Dólar e cenário externo
O Banco Central divulgou a primeira parcial da PTAX com compra a R$ 5,0098 e venda a R$ 5,0104. O início de sessão mostrou um ambiente ainda cauteloso, com investidores monitorando o cenário externo e os movimentos de commodities, além de setores ligados ao petróleo, que buscaram sustentar o Ibovespa.
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