O governo trabalha em um novo acordo com a China para a carne brasileira. O objetivo é revisar a cota de 1,1 milhão de toneladas e reduzir a tributação sobre o excedente.
A China impõe tarifa de 12% até o limite da cota anual. Acima desse volume, o imposto pode chegar a 50%, conforme apontado pelo ministro. O Brasil exporta cerca de 1,6 milhão de toneladas para a China.
Segundo o Ministério, o país permanece competitivo fora da cota, mas há defesa de eliminar a barreira para manter a viabilidade dos embarques ao longo do ano.
Avanços esperados na relação com a China
O ministro informou que a expectativa é reduzir barreiras e estabilizar as exportações, com foco na continuidade dos embarques e na negociação do teto.
Além da cota, há perspectiva de desbloqueio de três frigoríficos suspensos pela China, com a habilitação de pelo menos 30 unidades prevista ainda neste ano, segundo o Ministério.
Perspectivas no Mercosul e Canadá
O ministro também mencionou otimismo em relação a um acordo entre Mercosul e Canadá, afirmando que há consenso em torno de 60% do que falta negociar e que a conclusão pode ocorrer ainda neste ano.
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