O Ibovespa fechou em queda pela segunda sessão consecutiva nesta quarta-feira (10), sob pressão externa. O recuo ocorreu diante de inflação elevada nos EUA e incertezas geopolíticas no Oriente Médio, ampliando o Cautela dos investidores. O índice ficou em 168.619,26 pontos, queda de 0,70%.
O pregão foi marcado por uma recuperação tímida na véspera, mas o ambiente global permaneceu desfavorável. O dólar comercial teve leve queda, encerrando a R$ 5,172, refletindo menor aversão a risco no curto prazo.
Inflação nos EUA mantém pressão sobre os mercados
A divulgação do CPI dos EUA, referente a maio, mostrou inflação anual de 4,2%, alinhada às expectativas, mas acima da meta de 2% do Federal Reserve. O dado sugere juros mais elevados por mais tempo, reduzindo o apetite por ativos de risco.
A leitura do CDI aponta para pressão persistente de custos, especialmente em energia e tecnologia. A inflação elevada alimenta cautela entre investidores, mantendo o cenário global de juros altos.
Geopolítica e petróleo seguem no radar
A escalada de tensões no Oriente Médio preocupa o mercado devido ao impacto potencial sobre preços de petróleo e commodities. A possibilidade de novos ataques eleva a volatilidade e alimenta incertezas.
As bolsas internacionais encerraram o dia em queda, refletindo o ambiente de risco. O Ibovespa acompanhou esse movimento, com fatores como juros elevados, inflação elevada e geopolítica no centro das atenções.
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