O mercado não vê necessidade de subsídio aos combustíveis diante da expectativa de queda nas pressões provocadas pelo conflito no Oriente Médio. Analistas avaliam que o fim da guerra pode reduzir a volatilidade dos preços internacionais.
Nesta quarta-feira, 17, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o governo pode retirar a subvenção caso os efeitos do conflito diminuam sobre o mercado doméstico. A declaração reforça a hipótese de ajuste fiscal ligado ao cenário externo.
A possibilidade de redução ou retirada do apoio financeiro signaliza mudança de estratégia do governo. A atuação dependerá de monitoramento contínuo dos impactos do conflito sobre petróleo, câmbio e inflação no Brasil.
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