A Febraban vai lançar nas próximas semanas uma nova taxonomia sustentável, segundo Amaury Oliva, diretor de sustentabilidade da entidade. O objetivo é atualizar o modelo criado há pouco mais de uma década e alinhá-lo à taxonomia nacional, estabelecida no fim de 2025.
A taxonomia funciona como um sistema de classificação para identificar atividades, ativos e projetos sustentáveis. A adesão é voluntária, mas a ferramenta pode ampliar o financiamento climático ao aumentar a transparência e facilitar a comparação entre iniciativas.
Bancos brasileiros criaram, em 2015, uma taxonomia verde para classificar crédito sob a ótica ambiental. Com o tempo, passaram a considerar também a dimensão climática na metodologia, explicou Oliva em evento organizado pela Febraban, CNSeg e Anbima, em Londres.
Contexto e objetivo
O encontro, em Londres, reuniu representantes do setor financeiro para discutir como a nova taxonomia deverá contribuir para direcionar recursos a projetos com benefícios ambientais efetivos. A ideia é tornar a transição climática mais acelerada e com maior escala de capital.
Enfoque e participantes
O presidente da Febraban, Isaac Sidney, ressaltou que os riscos climáticos já se traduzem em riscos financeiros e de crédito. A meta é criar condições para mobilizar capital e viabilizar a transição, indo além da percepção de importância da agenda climática.
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