O chanceler alemão Friedrich Merz apresentou nesta quinta-feira, 2 de julho de 2026, um pacote de reformas para reaquecer a economia e aumentar a competitividade. As medidas incluem cortes bilionários de impostos e flexibilização de leis trabalhistas, em linha com objetivos da coalizão governista para evitar a estagnação.
A proposta fuse redução de tributos com maior celeridade administrativa. O governo pretende estimular investimentos e elevar a produtividade, mantendo o foco na recuperação econômica diante de desafios fiscais.
Principais mudanças no imposto de renda
O plano prevê alívio de 10 bilhões de euros por ano a partir de 2027, beneficiando rendas baixas e médias. Para fechar o déficit, a alíquota máxima para as rendas mais altas sobe de 45% para 47%.
Atestados médicos e regras de afastamento
As regras ficam mais rígidas para licenças médicas. Ficam proibidos atestados obtidos por telefone, e o documento pode ser exigido já no primeiro dia de afastamento, eliminando o prazo de até três dias.
Burocracia e investimentos para empresas
A proposta simplifica formulários e acelera investimentos. A aprovação automática entra em vigor caso um órgão público não responda a uma solicitação em até quatro meses, oferecendo maior previsibilidade para quem pretende investir.
Reforma da idade de aposentadoria
A reforma de aposentadoria está vinculada à expectativa de vida. A partir de 2031, a idade mínima acompanhará o aumento da longevidade. O teto atual de 67 anos pode chegar próximo de 70 nas próximas décadas.
Reações ao pacote
As manifestações foram distintas. Grandes bancos e seguradoras elogiaram o foco na competitividade, enquanto sindicatos criticaram as mudanças para atestados médicos e a flexibilização de demissões, afirmando que reduzem proteções trabalhistas.
Conteúdo apurado pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para aprofundar, leia a reportagem completa.
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