<ul>
<li data-section-id=”1vgnug5″ data-start=”0″ data-end=”120″>A partir deste sábado (1º), a gasolina vendida no Brasil passa a ter <strong data-start=”71″ data-end=”95″>32% de etanol anidro</strong>, ante os 30% anteriores.</li>
<li data-section-id=”1cbr959″ data-start=”121″ data-end=”202″>A medida foi aprovada pelo <strong data-start=”150″ data-end=”201″>Conselho Nacional de Política Energética (CNPE)</strong>.</li>
<li data-section-id=”14atnbt” data-start=”203″ data-end=”298″>A resolução tem validade de <strong data-start=”233″ data-end=”245″>180 dias</strong>, com possibilidade de prorrogação por igual período.</li>
<li data-section-id=”163oecq” data-start=”299″ data-end=”382″>A mudança está prevista na <strong data-start=”328″ data-end=”381″>Lei do Combustível do Futuro (Lei nº 14.993/2024)</strong>.</li>
<li data-section-id=”1kav8u0″ data-start=”383″ data-end=”510″>Segundo o Ministério de Minas e Energia, o Brasil deixará de importar cerca de <strong data-start=”464″ data-end=”509″>900 milhões de litros de gasolina por ano</strong>.</li>
<li data-section-id=”zvdjqg” data-start=”511″ data-end=”659″>O governo afirma que a decisão busca reduzir a dependência de combustíveis importados diante da volatilidade do mercado internacional de petróleo.</li>
<li data-section-id=”flu3qf” data-start=”660″ data-end=”787″>O etanol anidro é produzido a partir de <strong data-start=”702″ data-end=”728″>cana-de-açúcar e milho</strong> e é misturado à gasolina antes da distribuição aos postos.</li>
<li data-section-id=”1lcbjed” data-start=”788″ data-end=”949″ data-is-last-node=””>Estudos continuam para avaliar misturas com percentual ainda maior de etanol, como o <strong data-start=”875″ data-end=”882″>E35</strong>, analisando impactos no desempenho e na durabilidade dos veículos.</li>
</ul>
Começa a valer neste sábado (1º) a resolução que aumenta de 30% para 32% o percentual obrigatório de etanol anidro misturado à gasolina vendida em todo o Brasil. A medida foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e terá validade inicial de 180 dias, com possibilidade de prorrogação, uma única vez, pelo mesmo período.
A alteração está prevista na Lei nº 14.993/2024, conhecida como Lei do Combustível do Futuro, e, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), permitirá que o país deixe de importar cerca de 900 milhões de litros de gasolina por ano.
De acordo com a pasta, a decisão foi motivada pela instabilidade do mercado internacional de petróleo e combustíveis, agravada pelos conflitos envolvendo Estados Unidos e Irã.
+ Receita Federal paga o 3º lote de restituição nesta sexta
Ao ampliar a participação do etanol produzido no Brasil na composição da gasolina, o governo pretende reduzir a dependência de combustíveis fósseis importados e fortalecer a presença dos biocombustíveis na matriz energética nacional.
Etanol anidro
O etanol anidro é um biocombustível produzido a partir de matérias-primas renováveis, principalmente cana-de-açúcar e milho. Diferentemente do etanol hidratado, utilizado diretamente em veículos flex, o anidro é obrigatoriamente misturado à gasolina antes de chegar aos postos de combustíveis.
O percentual da mistura é definido pelo CNPE com base em critérios técnicos, regulatórios e de segurança do abastecimento.
Segundo o governo, o aumento da mistura não exige adaptações nos veículos atualmente em circulação, já que a mudança foi respaldada por testes técnicos realizados antes da aprovação da medida.
Além da implementação do E32, o Comitê Técnico Permanente do Combustível do Futuro continua realizando estudos para avaliar a viabilidade de misturas com percentuais ainda maiores de etanol, como o E35. Os testes analisam, entre outros aspectos, a durabilidade dos componentes dos veículos e os efeitos do uso prolongado do combustível.
A expectativa do governo é que a ampliação do uso de etanol também contribua para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, já que o biocombustível possui menor intensidade de carbono em comparação à gasolina de origem fóssil.
Entre na conversa da comunidade