- A corretora Ideal, adquirida pelo Itaú, agora possui 11,5% do capital da nova Bolsa A5X.
- A participação foi obtida por meio da conversão de debêntures em ações.
- A transação foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sem restrições.
- A empresa Vertex também se tornou acionista da A5X, com 7,8% do capital social.
- A A5X visa competir com a B3 no mercado de derivativos e futuros, e recentemente anunciou a entrada de cinco novos sócios.
A corretora Ideal, adquirida pelo Itaú há três anos, agora possui 11,5% do capital da nova Bolsa brasileira A5X, que pretende iniciar suas operações em 2024. A participação foi obtida através da conversão de debêntures em ações, consolidando a posição da Ideal como acionista. A transação recebeu a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que não impôs restrições.
Além da Ideal, a Vertex, empresa de tecnologia de negociação de ativos, também se torna acionista da A5X, com 7,8% do capital social. A A5X busca competir diretamente com a B3 no mercado de derivativos e futuros, um setor em crescimento no Brasil. Em junho do ano passado, a nova bolsa levantou R$ 200 milhões em uma rodada de investimentos.
Novos Sócios
Recentemente, a A5X anunciou a entrada de cinco novos sócios: IMC Trading, Jump Trading, Optiver, XTX Markets e ABN Amro Clearing. Esses novos investidores se juntam aos sócios-fundadores, que incluem Carlos Ferreira Filho e Karel Luketic, ex-sócios da XP, além de Nilson Monteiro, fundador e CEO da Ideal, e Julian Chediak, sócio do escritório Chediak Advogados.
Com essas movimentações, a A5X se posiciona como uma alternativa viável no mercado financeiro brasileiro, prometendo inovação e competitividade no setor de derivativos.
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