Taylor Swift anunciou, nesta sexta-feira (30), que comprou de volta os direitos de seus seis primeiros álbuns, incluindo clipes e filmes de turnês. Essa aquisição marca a primeira vez que a artista controla todo o seu catálogo, após uma batalha de seis anos. O valor da compra não foi divulgado, mas fontes indicam que a negociação pode ter girado em torno de US$ 360 milhões.
A disputa começou em 2019, quando Scooter Braun adquiriu a gravadora Big Machine, que detinha os direitos dos álbuns de Swift. Em 2020, Braun vendeu o catálogo para a Shamrock Capital. Swift expressou sua indignação ao saber que suas músicas foram vendidas sem seu consentimento, o que gerou uma série de reações na indústria musical.
Em uma carta publicada em seu site, Swift declarou: “Toda a música que já fiz… agora pertence a mim”. Ela agradeceu aos fãs pelo apoio durante todo o processo e ressaltou a importância de os artistas serem donos de suas obras. A artista também mencionou que a compra foi possível graças ao sucesso de suas regravações, conhecidas como Taylor’s Versions, que incluem os álbuns Fearless, Red, Speak Now e 1989.
Regravações e Futuro
Swift ainda não regravou completamente os álbuns Taylor Swift e Reputation. Em sua carta, ela afirmou que a nova versão de Reputation não foi finalizada, mas deixou em aberto a possibilidade de lançá-la, dependendo do interesse dos fãs. A artista destacou que a luta pela posse de suas músicas gerou um debate importante sobre os direitos dos artistas na indústria.
A aquisição dos direitos representa um marco significativo na carreira de Swift, que se tornou uma das artistas mais influentes e bem-sucedidas da música contemporânea. Com essa conquista, ela poderá controlar o uso de suas músicas em outras obras e receberá parte dos lucros provenientes de plataformas de streaming.
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