Um dos condenados pelo famoso roubo de joias de Kim Kardashian em Paris, Didier Dubreucq, faleceu aos 69 anos. A confirmação da morte ocorreu nesta quinta-feira, durante o julgamento em que enfrentava complicações de câncer de pulmão.
Dubreucq, que estava em tratamento de quimioterapia, não compareceu ao veredicto de 23 de maio, onde foi sentenciado a sete anos de prisão. Ele sempre negou sua participação no crime, que ocorreu em outubro de 2016, quando ladrões levaram joias avaliadas em cerca de US$ 10 milhões.
O homem, apelidado de “Olhos Azuis” pela polícia, alegou que era vítima de confusão de identidade. Durante o julgamento, ele afirmou: “Eles pegaram a pessoa errada”. O tribunal decidiu que a saúde e a idade dos réus tornavam a prisão imediata eticamente impossível, resultando em penas suspensas para a maioria.
O Roubo
O assalto a Kim Kardashian foi descrito como uma experiência aterrorizante. A socialite relatou que, na madrugada do dia 3 de outubro de 2016, foi surpreendida por dois homens armados em seu quarto de hotel. “Eu realmente achei que iria morrer”, disse Kardashian, que foi amarrada e ameaçada durante o roubo.
Os ladrões exigiram um anel de noivado avaliado em 3,5 milhões de euros. Após o crime, Kim e sua stylist se esconderam e conseguiram contatar sua mãe, Kris Jenner. O roubo se tornou o mais valioso já registrado contra um indivíduo na França em duas décadas.
O impacto do crime na vida de Kardashian foi profundo, afetando não apenas sua segurança, mas também sua percepção sobre a fama e a privacidade. O caso continua a ser um marco na história do crime na França, destacando a vulnerabilidade de figuras públicas.
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