Alex Flemming, artista radicado em Berlim, planeja retornar a São Paulo e está escrevendo um livro sobre suas experiências no Brasil. O autor, conhecido por suas obras na estação Sumaré do metrô e na Biblioteca Mário de Andrade, pretende registrar suas andanças pelo país em um relato sem imagens, apenas com palavras.
O livro, que abrange sua jornada do Oiapoque ao Chuí, inclui reflexões sobre paisagens e situações que revelam o olhar de um estrangeiro em sua própria terra. Flemming expressa seu desejo de viver novamente no Brasil, afirmando que, aos 70 anos, sente que é hora de retornar. Ele descreve sua obra como um reencontro com a pátria, que provoca tanto encanto quanto repulsa.
Além de Flemming, o artista Ricardo Ribenboim apresenta uma mostra secreta de esculturas em uma casa projetada por Paulo Mendes da Rocha. A exposição, restrita a convidados, exibe obras em metal e madeira na Casa Gerassi, localizada em Alto de Pinheiros. As esculturas de Ribenboim, que incluem hastes de metal e serpentes de madeira, se integram ao ambiente da casa, iluminadas por claraboias.
Ribenboim, além desta mostra, se prepara para uma importante exposição no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, e uma futura mostra em Paris. A arte contemporânea em São Paulo continua a se destacar, com eventos como a 14ª edição da Mostra 3M de Arte, que celebra os 200 anos do Parque da Luz, reunindo diversos artistas.
A cena artística paulistana se mantém vibrante e diversificada, refletindo a riqueza cultural da cidade.
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