A airfryer, criada pelo engenheiro Fred van der Weij nos anos 2000, se tornou um fenômeno no Brasil. Lançada em 2011, inicialmente era vista como um produto de luxo, custando R$ 1.100, em um período em que o salário mínimo era de R$ 545. A Philips trouxe a inovação ao país, prometendo praticidade e saúde na cozinha.
Com o passar dos anos, a airfryer se popularizou, com modelos mais acessíveis, que variam de R$ 300 a R$ 650. A evolução do produto também trouxe versões com forno e tamanhos familiares, tornando-se parte essencial da rotina de muitos brasileiros. Apesar do sucesso, a airfryer enfrentou desconfiança, com rumores sobre a liberação de substâncias tóxicas.
Recentemente, estudos confirmaram que as airfryers não emitem substâncias nocivas. Especialistas em ciência dos materiais afirmam que os componentes utilizados são seguros e estáveis nas temperaturas de cozimento. O Inmetro realiza testes rigorosos para garantir a segurança dos aparelhos comercializados no Brasil.
A história da airfryer começou em 2005, quando Fred van der Weij buscou uma alternativa saudável às fritadeiras tradicionais. Após vários protótipos, a invenção foi apresentada na feira IFA, em Berlim, em 2010. Fred faleceu em 2022, mas seu legado continua a impactar a culinária moderna.
A aceitação da airfryer no Brasil superou as expectativas, tornando-se um caso de sucesso em adoção rápida. A combinação de inovação e marketing eficaz fez com que o produto conquistasse o coração dos consumidores, mesmo diante de desconfianças iniciais.
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