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Cinco exposições imperdíveis divulgam o mês da história negra no Reino Unido

Novas exposições em 2025–2026 ressaltam modernismo africano, Windrush e fotografia negra britânica em Londres e Cambridge

Ben Enwonwu, The Durbar of Eid-ul-Fitr, Kano, Nigeria, 1955 © Ben Enwonwu Foundation. Private Collection
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O Mês da História Negra no Reino Unido, com o tema Standing Firm in Power and Pride, destaca a resiliência e as contribuições artísticas da comunidade negra. Este ano, uma série de exposições celebram a influência dos artistas da diáspora africana, abordando desde o modernismo nigeriano até as histórias da geração Windrush.

Entre as exposições programadas, destaca-se Nigerian Modernism, que apresentará mais de 250 obras de mais de 50 artistas, incluindo Ben Enwonwu e El Anatsui. A mostra, que explora a evolução cultural na Nigéria, ocorrerá em diversas cidades, incluindo Londres, e enfatiza a intersecção de influências africanas e europeias na arte.

Exposições em Destaque

A partir de 17 de outubro de 2025, a Somerset House receberá a exposição Rhythm & Roots, de Jennie Baptiste. Esta será a primeira mostra solo da fotógrafa no Reino Unido, apresentando imagens icônicas e raras que refletem a cultura negra britânica, incluindo retratos de artistas renomados como Jay-Z e Biggie Smalls.

Outra exposição importante será Legacies of Windrush, no Museum of Cambridge, de 26 de abril de 2025 a 26 de janeiro de 2026. Esta mostra abordará as histórias da comunidade caribenha que chegou ao Reino Unido nas décadas de 1950 e 1960, destacando suas contribuições e experiências.

Novas Narrativas

O Warburg Institute, em Londres, sediará Black Atlas, de Edward George, entre 10 de outubro de 2025 e 17 de janeiro de 2026. A exposição, baseada no Image of the Black archive, reúne uma coleção de imagens que documentam a herança africana. George apresentará um ensaio visual que explora como essas imagens interagem com a história.

Por fim, a instalação Stan Douglas: Birth of a Nation and The Enemy of All Mankind, na Victoria Miro, até 1 de novembro de 2025, traz uma reflexão crítica sobre a representação racial no cinema, utilizando uma abordagem inovadora e provocativa.

Essas exposições não apenas celebram a arte e a cultura negra, mas também promovem um diálogo essencial sobre identidade e história na sociedade contemporânea.

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