O All-American Halftime Show, promovido pela Turning Point USA, aconteceu paralelamente ao intervalo do Super Bowl e apresentou uma performance com forte teor crítico à tradição do evento, incluindo hetos de guitarras, Americana e louvores cristãos. O objetivo declarado era oferecer uma alternativa ao show oficial protagonizado por Bad Bunny.
O destaque ficou por conta de Kid Rock, anunciado como cabeça de cartaz, acompanhado por músicos conservadores de menor expressão e uma violoncelista com visual marcante. O formato do show inclui grande uso de pirotecnia e números preparados para provocar reação entre o público.
O evento ocorreu na mesma noite do Super Bowl, quando o show oficial contou com Bad Bunny. A transmissão principal ocorreu no canal da Turning Point USA no YouTube, com pico de audiência estimado em milhões de espectadores, ampliando o alcance por meio de feeds de sites parceiros. A plataforma alternativa enfrentou licenças e restrições de transmissão em algumas plataformas.
O repertório do All-American Halftime Show foi fortemente centrado em guitarras, temas de patriotismo e citações de elogio a figuras conservadoras. Brantley Gilbert apresentou Real American, enquanto Lee Brice lançou Country Nowadays, com letras que abordam mudanças culturais atuais. Gabby Barrett apresentou faixas premiadas incluindo The Good Ones e I Hope.
Entre os atos, Kid Rock realizou apenas dois números no fim do set de 30 minutos, encerrando com Bawitdaba, seguido de uma versão acústica de Til You Can’t, apresentada sob o nome de nascimento do artista, Robert Ritchie. Outros intérpretes executaram a maior parte do material protagonista da apresentação.
A apresentação de Bad Bunny foi recebida de forma diferente pela imprensa e pelo público, com foco na mensagem de união entre as nações americanas, em contraste com o tom crítico do show concorrente. Figuras da indústria musical elogiaram a performance de Benito, destacando uma reação maior entre quem não havia formado opinião prévia.
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