Melvin Benn, diretor-geral da Festival Republic, criticou as ofensas antissemitas de Kanye West, mas defendeu a participação do rapper no Wireless Festival deste ano. A declaração foi compartilhada com a Rolling Stone.
Benn afirmou que a sociedade precisa de perdão e de segunda chance, numa tentativa de justificar a decisão de manter West no line-up. Ele disse conhecer pessoas que enfrentam transtornos mentais e que já perdoou episódios de comportamento inadequado.
A notícia gerou críticas de políticos e patrocinadores. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, e o prefeito de Londres, Sadiq Khan, condenaram a contratação. Ministros avaliavam a possibilidade de negar entrada ao artista.
Sponsors anunciaram saídas. Pepsi, Rockstar Energy e Diageo deixaram de apoiar o Wireless Festival 2026, ampliando a pressão sobre a organização para reavaliar a linha de shows.
Apesar da resistência, Benn indicou que a programação não deve mudar. Ele ressaltou que West continua com direitos legais para entrar no país e se apresentar, cabendo à equipe apenas viabilizar as apresentações autorizadas.
Reações e impactos
As autoridades locais discutem medidas administrativas sobre a entrada de West, enquanto a indústria observa consequências para patrocínios e reputação do evento. A cobertura segue com atualizações sobre possíveis alterações.
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